Até que ponto a propaganda pode ir sem esbarrar em conceitos éticos ou morais?
Hoje, no caminho para o trabalho, vi um rapaz parado no meio da ilha entre as duas pistas da Rua Funchal, Vila Olímpia, vestido com fantasia rídicula para fazer propaganda de uma cerveja.
Fico pensando até que ponto, nós publicitários, podemos criar sem pensar no respeito à imagem daquele que irá executar aquela ação maravilhosa e genial que idealizamos.
É óbvio que, enquanto existir desigualdade social e pessoas desesperadas por ganhar uns trocados, sempre existirá mão de obra para qualquer tipo de trabalho. Mas será que temos o direito de nos apropriarmos de algo tão valioso como o respeito próprio e a imagem de qualquer pessoa com a mera intenção de aumentar em 15 ou 20% o market share de uma empresa?







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